quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Projeto de Anastácio é finalista em prêmio de incentivo a leitura


O município de Anastácio está entre os finalistas do Prêmio Vivaleitura, através do projeto “Releitura da Obra Iracema”, de autoria da professora de Literatura e Língua Português Janete Aparecida Marcondes.
Professora Janete leciona desde 1988 e desenvolveu o projeto “Releitura da Obra Iracema” no ano de 2011 com seus alunos do 2º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Carlos Drummond de Andrade, em Anastácio. Na prática, a professora Janete propôs aos alunos que produzissem um vídeo retratando cenas do romance “Iracema”, de José de Alencar.

“Desejava que os alunos através da leitura desenvolvessem outras habilidades criativas e, sobretudo, que as aulas tornassem mais interessantes e dinâmicas. O projeto deu certo, pois caiu no gosto dos nossos alunos”, conta a professora.

O vídeo de releitura da obra teve como locação escolhida o Córrego Acôgo, em Anastácio. Janete relata que após a leitura do livro Iracema, os alunos debateram as passagens da obra, produziram um roteiro e iniciaram a gravação do curta-metragem.  “Tivemos dificuldades com equipamentos e locação, mas, graças a força de vontade dos alunos e dos professores Roberto Motta e Arthur Espinosa que me auxiliaram, conseguimos produzir o curta”, relata a professora.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Uma biblioteca feita com livros achados no lixo


Uma moradora da cidade de Mirassol, no interior de São Paulo, trabalhava com reciclagem como meio de sobrevivência. Mas além de plásticos, vidros, papel e metais, Cleuza Branco Oliveira, de 47 anos, resgatou outros objetos do lixo: livros. O achado é do site Livros e Pessoas.
Cleuza era semi-analfabeta quando começou a descobrir livros durante o seu trabalho de reciclagem. Machado de Assis, José Saramago, Jorge Amado, entre outros autores eram alguns dos "resgatados" por Cleuza no dia a dia.
A catadora guardava os livros para depois os ler em casa. Depois de acumular muitos exemplares, ela realizou um sonho: montou uma biblioteca e disponibilizou as obras para todos.
Inaugurada na associação local de catadores, a biblioteca já conta com um acervo de 300 títulos. A biblioteca não cobra pelo empréstimo das obras, mas quem quiser pode comprar os títulos repetidos por um valor simbólico. Esse pequeno rendimento é revertido a favor da associação.


                                                   Fonte: Notícias Yahoo





                                                                                                                                                                 Foto: mirassol.sp.gov.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Confira uma seleção de títulos para uma boa leitura durante as férias

O mercado editorial brasileiro está bastante saudável. Um estudo da Associação Internacional de Editores (IPA) recém-divulgado revelou um faturamento de R$ 6,2 bilhões e um total de 469,5 milhões de exemplares vendidos. Aparentemente, os brasileiros estão comprando mais livros. O estudo aponta que o consumo aumentou em 3,34% e que os livros ficaram mais baratos. O caminho ainda é longo até os números representarem um reflexo real do aumento nos índices gerais da educação no Brasil, mas vale comemorar. E para dar continuidade ao crescimento das porcentagens, nada como equipar o criado-mudo ou a mala de viagem com uma boa biblioteca para os dias de férias. 

O Diversão&Arte fez uma seleção dos lançamentos do ano, uma lista variada com títulos que vai de biografia de astros do rock e histórias passadas em Brasília e ensaios sobre as disputas entre os mundos islâmico e cristão. Todos com a garantia de serem títulos que figuram entre os melhores dos últimos 12 meses. 

É só escolher e começar.

Texto completo

Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Feira de livros usados garante economia no orçamento


Pais optam por feiras para amenizar custos dos livros
Feira acontece até o final de fevereiro (Fotos: Portal Infonet)
O início do ano letivo é também sinônimo de despesas, em função da das compras de material didáticos e livros. Esses itens costumam ser onerosos para os pais. Com o objetivo de amenizar esse tipo de gasto, teve início no mês de Dezembro de 2012 a Feira de Livros Drumond de Andrade, que completa este ano a 10ª edição. A feira ocorre no bairro Coroa do Meio e segue até o final de Fevereiro deste ano.
Cerca de 2 mil exemplares podem ser vendidos na edição deste ano, entre didáticos e paradidáticos, a feira deve reunir uma média de 100 pessoas por dia, como aconteceu nos últimos anos. A previsão deste ano para a venda dos livros usados é de que a procura aumente até o fim da feira. “Vendemos exemplares para os ensinos fundamental e médio, podendo ser usados ou não. Adquirimos a mercadoria através de pais de alunos interessados em vender e até trocar , se for o caso”, resumiu o organizadora da feira, Marise Vieira, que também aceita doações e troca de livros.
Marise Vieria garante econômia no orçamento dos pais
Segundo Marise, os preços dos exemplares variam entre R$ 35 a R$ 70, de acordo com o valor pago na aquisição da mercadoria. Embora ainda haja resistência por parte de alguns pais em adquirir livros usados, a organizadora garante que a economia é em torno de 50% na feira, percentual que pode chegar até 70% no caso da troca de alguma publicação.
“Quem sabe o que é economizar, vem nos procurar para garantir um bom desconto nos livros, que geralmente são novos e sem rasuras. Também pode trocar um livro pessoal por um nosso. Se os valores não forem os mesmos, basta só pagar a diferença”, disse.
De acordo com Marise, um livro do ensino médio, que em muitas livrarias custa em torno de R$ 120,00, é vendido na feira por R$ 80,00, enquanto um de ensino fundamental pode sair por R$ 30,00. “É uma economia considerável e são livros conservados, nós temos critérios para a venda dos livros. Só vendemos a versão mais atualizada de cada livro e se ele estiver em perfeito estado, com todas as páginas, por exemplo,” garante.
Fonte: Infonet

domingo, 6 de janeiro de 2013

Leitura tem queda de 9,1% entre jovens no Brasil, diz pesquisa




Para especialistas, problemas na educação e internet são responsáveis pelo atual cenário


Os jovens brasileiros estão lendo cada vez menos. Levantamento encomendado pelo Instituto Pró-Livro em 2012 mostra que, de 95,6 milhões de jovens que tinham hábito de pegar um texto de internet, jornal ou livro para ler, em 2011, o número caiu para 88,2 no ano que passou - decréscimo de 9,1%.
A maioria das pessoas ouvidas na pesquisa declarou não ter paciência para sentar em frente a um livro, revista ou jornal e lê-los com atenção. De acordo com os entrevistados, o tempo antes gasto com esse hábito hoje é usado para atividades como assistir TV, jogar jogos eletrônicos, ficar em redes sociais, coisas vistas por eles como sendo "mais dinâmicas".
Os dados afastam ainda mais o Brasil dos locais que são referência em termos de leitura entre jovens, como os países nórdicos (Noruega, Dinamarca e Suécia).
O escritor e professor Luiz Puntel concorda com os números do Instituto. Parafraseando o autor e cartunista Ziraldo, diz que o jovem "estuda muito e lê pouco". "O jovem brasileiro não tem a prática social da leitura. Sequer lê um jornal para ter argumentos a respeito de qualquer assunto", comenta.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Biblioteca móvel visita crianças de Vargem Grande do Sul, SP, nas férias


Projeto de incentivo à leitura criado em 2012 percorre cidades da região.
Ideia surgiu em São João da Boa Vista com grupo de 62 educadores.



Durante as férias, o Projeto Biblioteca Móvel visitas as crianças de Vargem Grande do Sul (SP). Iniciada no ano passado em São João da Boa Vista (SP), a ação de incentivo à leitura percorrerá várias cidades da região.
A coordenadora do projeto, Rosângela Nogueira, diz que toda criança se envolve com uma historia bem contada. “Quando você chega como livros novos, bonitos, com os contadores, é instantâneo e a magia acontece”, relata.
Ilustrações simples ou mais elaboradas também atraem o interesse pelo conhecimento. De acordo com a coordenadora, o desejo pela cultura está dentro de cada um e só precisa ser despertado.
Fonte: G1

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Feira de Livros do Amapá impulsionou segmento no Estado, em 2012


 Feira de Livros do Amapá trouxe à tona todo o potencial da leitura e do livro, na descoberta de talentos e na divulgação de obras.

I Feira de Livros do Amapá trouxe à tona todo o potencial da leitura e do livro, na descoberta de talentos e na divulgação de obras. Foto: Shutterstock
I Feira de Livros do Amapá trouxe à tona todo o potencial da leitura e do livro, na descoberta de talentos e na divulgação de obras. Foto: Shutterstock

MACAPÁ – A vida de um escritor iniciante não é fácil no Brasil, e no Amapá, essa realidade não é diferente. O alto custo do processo de impressão limita o número de editoras, o espaço na imprensa para novos nomes é reduzido, os eventos em torno do livro se restringem quase exclusivamente a bienais (fora do Estado), com ênfase em vendas e atrações midiáticas.
No ano de 2012, o segmento literário no Estado ganhou força com a realização em novembro, da I Feira de Livros do Amapá, a Flap. O evento trouxe à tona todo o potencial da leitura e do livro, na descoberta de talentos e na divulgação de obras. Possibilitou ainda, o encontro entre escritores renomados no âmbito nacional com os escritores locais, além de mostrar o potencial de um público consumidor, a descoberta de leitores tenazes de todas as idades.
Pela primeira vez, a literatura foi protagonista do cenário cultural do Estado, durante quatro dias. O resultado superou as expectativas, e fez com que o público, livreiros, e parceiros vislumbrem a próxima Flap. O modelo da segunda edição já está desenhado. Não há como se fazer uma retrospectiva cultural de 2012 sem mencionar esse grandioso evento, que impulsionou a cadeia produtiva literária do Amapá.