Mostrando postagens com marcador Analfabetismo funcional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Analfabetismo funcional. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de julho de 2012

No ensino superior, 38% dos alunos não sabem ler e escrever plenamente

Pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro em parceria com a ONG Ação Educativa avaliou os níveis de alfabetização da população de 15 a 64 anos no País. Para especialistas, indicador reflete o rápido crescimento de universidades de baixa qualidade.


Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade.

Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de duas mil pessoas entre 15 e 64 anos. Elas respondem a 38 perguntas relacionadas ao cotidiano, como, por exemplo, sobre o itinerário de um ônibus ou o cálculo do desconto de um produto.

O indicador classifica os avaliados em quatro níveis diferentes de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações.

Segundo a diretora executiva do IPM, Ana Lúcia Lima, os dados da pesquisa reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino, pois o aumento da escolarização não foi suficiente para assegurar aos alunos o domínio de habilidades básicas de leitura e escrita. "A primeira preocupação foi com a quantidade, com a inclusão de mais alunos nas escolas", diz Ana Lúcia. "Porém, o relatório mostra que já passou da hora de se investir em qualidade."

Texto completo

Fonte: Jornal da Ciência

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O papel social do bibliotecário frente ao analfabetismo funcional

O presente trabalho procura mostrar a importância da leitura na vida social dos indivíduos, abordando a concepção do analfabetismo funcional juntamente com os seus níveis que são:nível 1, conhecido como alfabetização rudimentar; nível 2, conhecido como alfabetização básica e nível 3, conhecido como alfabetização plena. Mostra a leitura transformando as pessoas em cidadãos participativos e críticos perante a sociedade. Acrescenta ainda, a necessidade da presença do profissional de Biblioteconomia frente a projetos sociais, pois o bibliotecário possui tarefas como: mediador, gerenciador e disseminador de informações, incluindo também, o papel de educador capaz de atuar em varias áreas de conhecimento.



Leia mais