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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Garota sergipana de 10 anos tem livro exposto em feira literária na Inglaterra


A sergipana Alice Vitória Rocha Silva, 10 anos, é considerada uma menina prodígio. Começou a ler aos três anos de idade e aos cinco escreveu ‘O Monstro de Chocolate’, primeiro livro infantil do Brasil a ser publicado simultaneamente em português, inglês, francês e espanhol. O livro está sendo exposto na The London Book Fair, na Inglaterra.
O Monstro de Chocolate aborda a problemática do desaparecimento de crianças e ensina que não se deve abrir a porta para estranhos, neste caso, um homem utiliza o doce para atrair as vítimas. A publicação é ilustrada e tem linguagem de fácil compreensão justamente porque foi escrita por uma criança. O livro faz parte do acervo bibliotecário da rede de escolas públicas de Sergipe e já foi citado no programa Domingão do Faustão na TV Globo.
Alice leu mais de 1,5 mil contos infantis, está cursando o 7º ano do Ensino Fundamental e sonha em ser médica veterinária. “Sempre gostei muito de ler porque quando a gente lê se sente como se estivesse dentro da história”, afirma Alice. Crepúsculo foi um dos últimos livros que ela leu, mas só após a mãe conhecer o texto e saber se era adequado para a faixa etária.
A rotina diária de Alice é igual a de uma criança comum e inclui fazer as tarefas da escola, brincar com os irmãos e animais de estimação, ir para a aula à tarde, assistir desenho animado e ler antes de dormir. Entre as brincadeiras preferidas: pega-pega, pique-esconde, boneca e faz de conta, onde interpreta um personagem dos livros.
A menina está se preparando para o lançamento do segundo livro A Bruxinha Boazinha e os Ratinhos de Circo no dia 26 de abril. Alice já tem outras 15 histórias escritas, todas com intenção educativa e tratam temas como inveja, amor, desobediência e gratidão. “Eu vou escrevendo o que acho que pode ajudar as crianças do mundo todo. Penso nos assuntos que aprendo em casa, na escola e até o que escuto às vezes quando meu pai está assistindo o jornal”, afirma a garota.
O Monstro de Chocolate foi lançado em 2010, mesmo ano em que participou da Bienal Internacional do Livro em São Paulo e autografou livros para os escritores da literatura infantil Maurício de Sousa, Ziraldo e Laé de Souza. Desde então, Alice passou a ser convidada para participar de eventos de incentivo ao hábito da leitura a crianças.

domingo, 7 de abril de 2013

Homens e livros

“Um país se faz com homens e livros”, dizia Monteiro Lobato. O mesmo que fez a incrível façanha de inserir, por gerações, milhares de crianças no mundo da literatura e do sonho. Lobato sabia do alcance e dos frutos da cultura para um povo, para uma nação. Desde a invenção da imprensa até os nossos dias, a popularização do saber mudou os caminhos e o destino da humanidade.

Um livro tem como que personalidade, identidade. Ele nos fala, nos interpela. Na verdade, ele ganha certa independência em relação ao seu autor. Este se reconhece em sua obra, mas a obra consegue dizer coisas aos leitores que o autor não conseguira sequer imaginar. O livro vai se enriquecendo de sentido e mensagem a cada interpretação, a cada leitor. Ele fala, mesmo quando fechado e acomodado em uma estante.

Nos tempos atuais, não faltam os profetas da decadência do livro e da imprensa. A cada novidade eletrônica, preconiza-se que o fim do livro está próximo. Basta um computador, uma banco de dados, um brinquedo eletrônico que, na palma da mão, reúne toda uma biblioteca.

Mas será mesmo que o livro perdeu o seu lugar? Que a imprensa e o jornal cederão espaço para os meios eletrônicos? Podemos afirmar que não. Novidades vêm e passam... Muitos se encantam, compram, mas essas parafernalhazinhas eletrônicas acabam jogadas em um canto da gaveta ou do armário. Depois as pessoas voltam ao bom e velho amigo: o livro.

Entretanto, um fato é preocupante. Independentemente das novas tecnologias, há um movimento de desprezo pela leitura. As pessoas leem menos e, consequentemente, leem mal. Nesse sentido, seria muito importante que nossos líderes, nossos governantes atentassem para a questão da qualidade da educação. Mesmo os educadores precisam descobrir que mais importante do que um saber pragmático, voltado exclusivamente para o sucesso no vestivular, é um saber voltado para a vida, que possibilitem ao jovem de hoje ler e interpretar os textos escritos e sua própria existência.

Voltando ao bom e velho Monteiro Lobato, descobrimos que nosso país precisa de livros. Neste campo, em comparação com outros países, temos ainda que crescer muito. Temos poucas bibliotecas, poucos espaços de leitura. Outro elemento é que nos faltam ainda incentivos maiores para as publicações. Um grande programa de incentivo à leitura e à cultura é tão importante como um programa de incentivo ao crescimento econômico. Enquanto tal despertar não vem de cima, nós podemos fazer a nossa parte. Vamos ler e vamos incentivar, principalmente os mais jovens, para o gosto, o prazer e o crescimento que os livros nos proporcionam. Assim estaremos construindo uma grande nação! 

Fonte: JCnet

segunda-feira, 4 de março de 2013

Templo do livro, modelo em xeque


A atual fase da era digital, marcada pela expansão do mercado de e-books, vem acentuando o debate sobre o destino das bibliotecas tradicionais - e o seu incontornável impacto na formação de leitores


Bibliotecários do Reino Unido ficaram em polvorosa com uma recente declaração do escritor inglês Terry Deary. Autor de obras infantis e juvenis, publicadas inclusive no Brasil, ele disse: "As bibliotecas tiveram seu momento. Elas são uma ideia vitoriana e estamos na era digital. Ou mudam e se adaptam ou deverão ser fechadas. Muito da chiadeira atual é sentimentalismo". A realidade de seu país em crise, onde as bibliotecas sofrem com corte de verba e encerramento de atividades e brigam com editoras pela questão do empréstimo de e-books, é bem diferente da brasileira.
Frequentadores da Biblioteca de São Paulo leem no papel e na tela de um e-reader - Márcio Fernandes/AE
Márcio Fernandes/AE
Frequentadores da Biblioteca de São Paulo leem no papel e na tela de um e-reader
Aqui, a briga é para zerar o déficit de bibliotecas. De acordo com o Censo Nacional de Bibliotecas Municipais, de 2010, 20% das cidades não contam sequer com uma sala de leitura. O dado é ainda mais preocupante nas escolas públicas. O Censo Escolar mostrou que 72,5% ficam devendo esse espaço para seus alunos - existe uma lei que determina que até 2020 essa questão seja resolvida. Outro desafio é a conquista de novos leitores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 75% dos brasileiros jamais pisaram numa biblioteca. O mesmo levantamento mostrou que 20% dos entrevistados frequentariam uma, se houvesse livros novos. Mas nada convenceria 33% a fazer isso.
"A biblioteca não é um organismo à parte na constituição de uma sociedade: a biblioteca é reflexo dela e responde a ela. Por isso é que temos tão poucas bibliotecas no Brasil", comenta Maria Antonieta Cunha, especialista no assunto e desde 2012 à frente da Diretoria do Livro, Leitura e Literatura, órgão subordinado à Fundação Biblioteca Nacional. Mas o Brasil é, claro, um país grande e desigual, e também no que diz respeito ao acesso a livros vive, simultaneamente, passado, presente e futuro. Enquanto uns correm para resolver essas questões básicas e urgentes, outros veem o momento em que será possível emprestar um livro digital de uma biblioteca e lê-lo no e-reader, tablet ou celular.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O LIVRO: POR QUE NO MORRO O SAMBA É LÊ-LER



Com o enredo "O Livro: porque no Morro o samba é lê-ler", a Reino Unido da Liberdade levou para o sambódromo no dia 10 de fevereiro de 2013, a história do livro, desde os primórdios até os nossos dias e o momento foi tão especial que não poderia deixar de registrar um bocadinho do que vi e vivi.



O tema era por demais interessante e prestava também homenagem a profissões que utilizam o livro como instrumento de trabalho, nesse caso bibliotecários, artistas, poetas, contadores de história, entre outros.

O que mais me encantou e que jamais esquecerei foi ter tido a honra de fazer parte disso. Havia uma das alas dedicada aos bibliotecários e como se estivesse reservada para mim, comprei a última fantasia e creio, fui talvez a única verdadeira bibliotecária a desfilar com essa roupa que trazia o livro como forma de oferenda.

Quando decidi que esse ano desfilaria pela Escola Reino Unido, tinha por objetivo comemorar a reabertura da Biblioteca Pública do Amazonas, após os dez meses de luta que travamos por meio do Movimento ABRE BIBLIOTECA.

Confesso que enquanto desfilava, chorei um choro guardado pela vitória. Era o gosto da conquista daquele espaço tão desejado e também a retomada de uma certa liberdade, evidenciada pelo desejo de começar um novo tempo com possibilidade para tantas outras coisas.


Foi lindo, foi pura emoção e fiquei tão feliz por ter minha amiga Moara Costa comigo mesmo que em alas diferentes. Obrigada Moarinha por compartilhar esse momento tão marcante. Obrigada também ao meu  querido Peter Janzon por entender o quão importante era esse desfile para mim...

Não é fácil traduzir em palavras o que é desfilar na Reino Unido, mas creiam, o coração saltita  desde o ecoar dos primeiros toques da percussão (ainda na concentração) até cruzar a última arquibancada...é frenesi que contagia a todos e que nos faz sorrir, cantar, dançar e ou até chorar de emoção...


Nem todos gostam de carnaval, alguns até se surpreendem por saber que gosto de desfilar no Carnaval, pois sou geralmente avessa à barulho, mas desfilar na Reino Unido é mágico e com um tema que tratava sobre o livro, não havia como não querer estar ali. E como bem definiu o Professor José Aldemir que não gosta de carnaval mas que percebeu algo positivo e expressou em seu artigo É CARNAVAL
"Antes que os Caçadores de Bibliotecas reclamem, lembrei-me de algo como positivo e vem do Morro da Liberdade, da Escola de Samba Reino Unido da Liberdade, cujo enredo é “O Livro – Porque no Morro o Samba é Lê Ler” que aborda a história do livro, desde sua criação até os dias de hoje, com toda a tecnologia e os novos meios de leitura. Falar de livro e de leitura, mesmo que seja no carnaval, é sempre positivo."
Escrevo agora não mais de Manaus, já estou descansando no interior do estado, mas confesso, ainda ecoa em minha mente a estrofe "Vem pro 'samba lê ler', no papiro eu quero ver, na brochura ou E-book meu poema é pra você...nesse romance vou te amando na avenida, no pergaminho “uma Escola de vida”.

 

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A Escola de Samba Reino Unido da Liberdade realiza um importante trabalho voltado para a formação de leitores através do Instituto Reino do Amanhã. 


Fotos: Peter Janzon


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Biblioteca de Cuiabá comemora Dia do Livro com quatro mil obras de MT


Dia Nacional do Livro é comemorado nesta segunda, dia 29 de outubro.
Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça foi fundada em 1912.


Alunos de escola pública visitam biblioteca em Cuiabá (Foto: Marcelo Ferraz/G1MT)

Alunos de escola pública visitam biblioteca em Cuiabá (Foto: Marcelo Ferraz/G1MT)
No Dia Nacional do livro, comemorado nesta segunda-feira, 29 de outubro, a Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça abriu a suas portas mais uma vez para a sociedade mato-grossense conferir as diversas obras de valores históricos e culturais que estão sob a guarda da instituição, que está localizada no Palácio da Instrução, no Centro de Cuiabá. De acordo com Salime Daige, coordenadora da biblioteca, a maior missão da unidade estadual atualmente é de ser a guardiã da memória do estado, além de disponibilizar livros de forma gratuita para a comunidade.

Segundo Salime Daige, após 100 anos de valorosa existência, a biblioteca estadual vem se modernizando e implantando um novo sistema de informatização para dinamizar o acesso aos conteúdo das obras e livros. “Agora contamos com uma historiadora e uma bibliotecária formadas especificamente  na área para realizar um trabalho muito mais técnico e nos padrões das grandes bibliotecas nacionais”, revelou a coordenadora.   
Texto completoFonte: G1

quinta-feira, 8 de março de 2012

Obras para 2014 chegarão ao aluno com material multimídia

Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2014

Está aberto até 1º de maio o período de pré-inscrição de obras didáticas para os anos finais do ensino fundamental referentes ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2014. A entrega dos exemplares para avaliação está prevista para o período de 7 a 11 do mesmo mês. As editoras, pela primeira, vez poderão apresentar objetos educacionais digitais complementares aos livros impressos. Esse novo material multimídia, que inclui jogos educativos, simuladores e infográficos animados, será enviado aos alunos com o material impresso.

Os novos livros didáticos trarão também endereços on-line para que os estudantes tenham acesso a material multimídia que complemente o assunto estudado. “O DVD é um recurso adicional para as escolas que ainda não têm internet, além de tornar as aulas mais modernas e interessantes”, diz a coordenadora-geral do programa do livro didático do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sonia Schwartz.
Como estabelece o Edital nº 6/2011, do FNDE, os livros inscritos pelas editoras passarão por uma seleção. As obras aprovadas integrarão o Guia do Livro Didático 2014, que conterá resumo de cada uma para permitir a professores e diretores a indicação daquelas mais adequadas ao processo pedagógico. Pelas previsões do FNDE, serão adquiridos 93 milhões de exemplares.

O cadastramento das obras pelos detentores de direitos autorais deve ser feito na página do FNDE na internet.

Fonte: Portal do MEC

domingo, 4 de março de 2012

Feira expõe livros com preços mais baratos neste domingo em Salvador

Livros podem ser comprados com preços mais baratos neste domingo.
Projeto ocorre uma vez por mês, no Campo Grande, a partir das 9h.


O largo do Campo Grande, em Salvador, recebe desde as 9h deste domingo (4) a primeira Feira de Livros de 2012. No local, a população pode encontrar livros com preços mais baratos e conversar com alguns dos escritores, entre eles, Nádia São Paulo e Lande Munzanzu Onawale. O projeto acontece uma vez por mês é promovido pela Diretoria do Livro e da Leitura (DLL), da Fundação Pedro Calmon, órgão da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult).
Dique do Tororó
Das 8h às 12h, o projeto 'Domingo na Praça', com sua 'Biblioteca Móvel', estará no Dique do Tororó, também na capital baiana, para entreter crianças, jovens e adultos. A unidade conta com mais de dois mil títulos de livros e revistas da literatura nacional e estrangeira para atrair o público à leitura. No local, se apresenta o 'Palhaço Espiga', com suas mágicas e brincadeiras. Atividades de contação de histórias, jogos recreativos e educativos também são promovidas. A iniciativa é da Fundação Pedro Calmon.
Fonte: G1

quinta-feira, 1 de março de 2012

Descarte de livros didáticos em Rincão, SP, é incógnita para polícia

Trabalhadores de uma usina encontraram material didático na zona rural.
Polícia vai ouvir representantes de transportadora na próxima semana.


Fabio Rodrigues
A polícia vai ouvir na próxima terça-feira (6) representantes da transportadora paulista DGT Logística para saber se os 7,2 mil livros encontrados por trabalhadores rurais de Rincão, no interior de São Paulo, na noite da última terça-feira (28), pertence ao lote da empresa.
A transportadora com sede em Guarulhos, na Grande São Paulo, presta serviços para a Posigraf. A gráfica que atua em Curitiba (PR) é a responsável pela edição do material que foi encontrado abandonado em uma mata na zona rural a sete quilômetros de Rincão.
Fonte: G1


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Proposta obriga governo a adquirir livros didáticos de material reciclado

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3016/11, do deputado Edivaldo Holanda Junior (PTC-MA), que obriga o governo a adquirir material didático confeccionado com matéria-prima reciclada para distribuição aos programas nacionais do Livro Didático (PNLD) e do Livro Didático para o Ensino Médio (PNLEM). Esses programas contemplam os alunos de escolas públicas.

A proposta estabelece prazo gradativo para aquisição do material em quatro anos.

Segundo o autor do projeto, a medida contribuirá para diminuir os efeitos da produção de lixo e sinalizar para a sociedade a importância da reciclagem. “Da junção do dever do Estado de garantir o acesso à educação e do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado resulta uma medida salutar sob todas as óticas de análise”, avalia Holanda Junior.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Oito décadas para lembrar

Gerente editorial da José Olympio escreve para o PublishNews sobre os 80 anos da casa que publicou alguns dos mais importantes autores brasileiros

Editora José Olympio, 80 anos – uma história bem brasileira
                                                                                       
Maria Amélia Mello*
 
A José Olympio, estabelecida no mercado desde 1931, é uma das pedras fundamentais na construção da cultura nacional. Ao longo de seus 80 anos – comemorados agora, em 29 de novembro – a editora atravessou várias fases, presenciou e viveu acontecimentos, participou de momentos históricos. Foi pelas mãos de seus colaboradores que muitos originais saíram do prelo para a posteridade. Algumas obras-primas da literatura brasileira, como Vidas secas, de Graciliano Ramos, O Quinze, de Rachel de Queiroz, Menino de engenho, de José Lins do Rego, A bagaceira, de José Américo de Almeida e, vale sempre lembrar, Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, conquistaram o reconhecimento do público e crítica a partir das edições da JO. Na Casa (era assim chamada), os autores brasileiros fincaram a bandeira da “posse da terra”, este imenso território que é a língua portuguesa.
 
 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Colecionadores de livros encontram na internet aliada para a leitura

Existem tecnologias que permitem digitalizar livros em pequenos aparelhos, mas há quem não abra mão de pegar no papel para fazer uma boa leitura. Porém, alguns colecionadores de livros aprenderam a usar a internet como aliada à leitura.


Assista


Fonte: MSTV

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Que livro é você?

Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

Clique aqui para fazer o teste
                                                                                                            
Fonte: Educar para crescer

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

29 de outubro, Dia Nacional do Livro

O livro é um meio de comunicação importante no processo de transformação do indivíduo. Ao ler um livro, evoluímos e desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa. 

O dia 29 de outubro foi escolhido para ser o “Dia Nacional do Livro”, por ser a data de aniversário da fundação da Biblioteca Nacional, que nasceu com a transferência da Real Biblioteca portuguesa para o Brasil. A Biblioteca Nacional foi transferida para o Brasil em 29 de outubro de 1810 e essa passou a ser a data oficial de sua fundação. O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga.


Fonte: Câmara Brasileira do Livro (CBL)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Só dois dos 96 distritos de São Paulo têm mais de dois livros por habitante


Apenas os distritos da Sé e da Liberdade atingem esse patamar, diz ONG 



São Paulo – Dos 96 distritos da cidade de São Paulo, apenas dois têm, nas bibliotecas e nos pontos de leitura municipais, mais de dois livros por habitante. Apenas os distritos da Sé (na região central), com 16,59, e da Liberdade (também no centro), com 2,60, atingem esse patamar.

Do total de distritos, 90 não conseguem chegar à marca de um livro por morador, segundo dados do Observatório Cidadão da organização não governamental (ONG) Nossa São Paulo.



Leia mais aqui 

Fonte: Exame

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O livro é seu amigo

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) lançou o concurso “Ações inovadoras no livro didático”. A iniciativa irá premiar e difundir boas práticas de escolas públicas e de secretarias estaduais e municipais de educação voltadas ao remanejamento, à conservação e à devolução dos livros didáticos distribuídos pelo governo federal. 

Segundo a coordenadora geral dos programas do livro do FNDE, Sonia Schwartz, o concurso é uma forma de reconhecer a gestão educacional eficiente. “Ideias simples, criativas e aplicáveis à realidade local fazem toda a diferença no ambiente escolar”, afirma. Além de troféus e certificados, as equipes vencedoras vão ganhar também os 361 livros do Programa Nacional Biblioteca da Escola e da Coleção Educadores, além de passagens e hospedagem para apresentar suas experiências no 13º Encontro Técnico Nacional dos Programas do Livro, entre 4 e 7 de outubro, em Curitiba. 

O resultado sai em 14 de setembro. Para outras informações, clique aqui.


PublishNews - 21/06/2011 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

SP vai colocar todo seu material pedagógico na internet

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo vai colocar todo o seu material pedagógico na internet com a licença Creative Commons. Ou seja: o download das obras de todos os programas e projetos da pasta estará disponível no site da secretaria para quem quiser, desde que a fonte seja citada e o uso não seja para fins comerciais. O endereço éhttp://portalsme.prefeitura.sp.gov.br.
A ideia surgiu porque, desde que o Programa Ler e Escrever passou a ser implementado, em 2006, a pasta passou a receber solicitações de municípios e Estados de todo o País interessados em utilizar o material. O programa objetiva melhorar as habilidades de leitura e escrita dos alunos do ensino fundamental da rede municipal paulistana.
"Não tínhamos uma forma adequada de licenciar tudo isso", disse o secretário Alexandre Schneider. "Começamos a pesquisar e achamos interessante o seguinte: como temos os direitos daquilo que foi desenvolvido, porque foi criado na própria secretaria, entendemos que seria correto fazer um licenciamento que permitisse que qualquer um pudesse utilizar e adaptar os materiais nos quais já tínhamos gasto nossos recursos."
Segundo o secretário, a pasta optou por esse tipo de licença porque ela permite que o usuário utilize o material do jeito que bem entender. Entre os materiais que estarão disponíveis no portal da secretaria há obras para todos os temas que a pasta aborda em suas políticas públicas: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação especial, informática educativa, educação étnico-racial, cadernos de orientação didática e livros voltados para a recuperação em língua portuguesa e matemática.

O Estado de S. Paulo - 06/05/2011 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Livro de Conan Doyle, perdido durante 130 anos, será publicado

"The Narrative of John Smith" foi escrito quando o criador de Sherlock Holmes tinha 23 anos


A Biblioteca Nacional do Reino Unido vai publicar em novembro o primeiro romance do autor inglês Arthur Conan Doyle, "The Narrative of John Smith" ("A Narrativa de John Smith", em tradução livre). Doyle, criador do famoso detetive Sherlock Holmes, elaborou o manuscrito aos 23 anos, mas, por obra do destino, nunca chegou a publicar o livro.
Segundo o jornal "The Guardian", o escritor enviou o romance, escrito entre 1883 e 1884, a um editor britânico, mas o documento foi perdido pelos Correios, o que levou Doyle a reescrevê-lo de memória tempos depois. Os seis capítulos que redigiu, e que até agora estiveram com seus herdeiros e depois nos arquivos da Biblioteca britânica, são os que agora serão publicados, para o deleite dos admiradores de Conan Doyle.
"The Narrative of John Smith" conta a história de um cinquentão doente que vive confinado em seu quarto, a partir de onde opina sobre religião, literatura, guerra a todos que queiram escutá-lo. Ao longo do livro, escrito pouco antes do que até agora considerado seu primeiro romance, "Um Estudo em Escarlate", recebe a visita de várias pessoas, de generais aposentados a padres.
Na dona da moradia onde vive Smith, a senhora Rundle, "é possível ver um protótipo da falante senhora Hudson, a proprietária da casa de Sherlock Holmes", como explicou ao "The Guardian" Rachel Foss, da Biblioteca britânica. Foss, encarregada pelos manuscritos literários modernos dessa instituição, explica que a publicação do romance inédito, de 150 páginas, demonstra a evolução literária de Doyle.
Para a especialista, "The narrative of John Smith" se perde às vezes "em termos de trama e personagens", mas o interessante é que "dá algumas pistas sobre as futuras histórias de Sherlock Holmes". "Revela de forma fascinante os primeiros passos no desenvolvimento de Conan Doyle como escritor, seu período de aprendizagem. Representa sua primeira tentativa de fazer a transição de um autor de histórias curtas para um romancista".
O escritor Arthur Conan Doyle

terça-feira, 24 de maio de 2011

Livraria de NY vende um único livro


West Village é um dos bairros mais charmosos de Nova York. Os prédios de tijolinhos e as calçadas largas reservam boas surpresas, como restaurantes e lojas.
A livraria é uma delas. Estantes bem organizadas, livros meticulosamente distribuídos, avisos indicando quais as opções da loja. Uma estante mostra os livros mais vendidos. Em outra estão os livros em liquidação. Só que a livraria vende apenas um título: o Verão Marciano.
Pilhas e pilhas de livros, a mesma história, o mesmo título, o mesmo autor. Andrew Kessler teve a ideia de abrir a loja de um livro só para promover a primeira publicação dele.

"Quando eu terminei o livro, mesmo com toda a animação, eu me dei conta de que eu sou um autor desconhecido, sem apoio de editora. Fiquei preocupado, achando que meu livro não teria lugar merecido nas prateleiras de grandes livrarias e resolvi abrir uma loja para mim", diz ele.

Os moradores do West Village acharam tudo normal. "Tem uma loja aqui no fim da rua que vende apenas sal e chocolate", conta uma moradora.

Verão Marciano não é um livro de ficção. Andrew conta que teve a chance de estudar e acompanhar os trabalhos da equipe que mandou a sonda Phoenix para o pólo norte marciano. Ele estava lá, quando os cientistas vibraram com a descoberta de gelo e água em Marte.

Uma moradora do Village viu as fotos e gravuras, ouviu o resumo do próprio autor e decidiu comprá-lo.

O projeto de autopromoção deu muito certo, mas mesmo assim Andrew recebeu um aviso de despejo. A dona da loja encontrou um inquilino mais de acordo com as ambições capitalistas de Nova York. Ele terá que fechar a livraria.
Andrew está pensando em abrir novas livrarias de um só livro em outros lugares da cidade, ou, quem sabe, outros países. "Estou aceitando pedidos de franquia”. Mesmo se o projeto de franquia não der certo, esse novaiorquino de outro planeta diz que vai descobrir outro jeito para sempre divulgar a importância das pesquisas espaciais.
Veja a reportagem 

terça-feira, 26 de abril de 2011

A “cama-livro”

Ler um bom livro antes de dormir, pegar no sono com o livro ainda aberto sobre o colo… está aí uma experiência simples e prazerosa pela qual muitos leitores já passaram. Agora, quantas já pessoas já tiveram a oportunidade de, literalmente, dormir em um livro?
Esta é a brincadeira proposta por Yuzuke Suzuki ao criar uma “cama-livro”, especialmente desenhada para crianças. Veja só:
Os lençóis são as páginas de um grande livro que, quando aberto, é também uma cama bem confortável. Durante o dia, a "cama-livro" pode ser fechada, para dar mais espaço às crianças. Note que os travesseiros funcionam como marcadores de livro.

Veja o site de Yusuke Suzuki para ver outros trabalhos da fotógrafa.





segunda-feira, 25 de abril de 2011

África do Sul: Professores constroem livros didáticos em conjunto

Professores da África do Sul desenvolveram um site permite construir livros pela Internet, de modo coletivo. Chamado Syavula o sistema tem o objetivo de viabilizar a produção de conteúdo didático gratuito e de qualidade.

Além de estar disponível online, o material foi repassado para editoras, sem cobrança de direitos autorais, para alcançar aqueles que não têm acesso à Internet.

A experiência está sendo acompanhada por centros de tecnologia em diversas partes do mundo. Voluntários de diferentes países escrevem os livros online, adaptando o conteúdo às diversas realidades sociais e culturais.


Portal Aprendiz / CBN - 12/04/2011