Kira Tarapanoff
Doutora em ciência da informação, pesquisadora sênior da
Universidade de Brasília e coordenadora do Curso de Especialização
em Inteligência Competitiva promovido pelo Instituto Brasileiro de
Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e Instituto Nacional
de Tecnologia (INT). E-mail: kira@ibict.br
Rogério Henrique de Araújo Júnior
Mestre em ciência da informação pela Universidade de Brasília e
coordenador assistente do Curso de Especialização Inteligência
Competitiva promovido pelo Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia (IBICT) e Instituto Nacional de Tecnologia
(INT). E-mail: rogerio@ibict.br
Patricia Marie Jeanne Cormier
Bibliotecária da Caixa Econômica Federal e especialista em
inteligência competitiva pelo Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia (IBICT) e Instituto Nacional de Tecnologia
(INT). E-mail: cormier@caixa.gov.br
Resumo
Aborda o conceito de inteligência competitiva aplicada a
unidades de informação. Discute a atuação da unidade de
informação no contexto da sociedade da informação, propondo
a abordagem da inteligência competitiva para o monitoramento
ambiental de informações e adequação organizacional ao
contexto. Sugere a estruturação de um sistema de inteligência
com utilização de ferramentas de tratamento e agregação de
valor à informação apropriadas. Cita exemplo de utilização de
sistema de inteligência competitiva em unidade de informação,
que pode ser replicado, ou usado como exemplo, por outras
unidades de informação.
Leia artigo completo
Fonte: Revista Ciência da Informação
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Como Administrar um Mar de Informações
Inteligência competitiva
Lauro Jorge Prado
Lauro Jorge Prado
“Hoje o nosso maior problema na gestão dos negócios não é falta de informação, é a nossa incapacidade de gerenciá-la.”
Na antiguidade os fenícios, persas, egípcios utilizavam os princípios de inteligência quando cruzavam informações obtidas na natureza para benefício de sua etnia ou coletividade. Por exemplo, estudavam o comportamento das marés, períodos de secas e de chuvas, posição dos astros, etc. Eram informações guardadas e usadas para tomada de decisões que ajudavam no dia-a-dia de suas comunidades, seja pela sobrevivência ou para se proteger de inimigos.
De lá para cá muita coisa mudou. Porém a necessidade de cruzar informações e usa-las como diferencial competitivo de forma inteligente continua sendo forte e tão importante quanto daquela época.
Inteligência competitiva é um produto resultante da coleta, avaliação, análise e interpretação de todas as informações disponíveis, e que se relacionem com um ou mais aspectos de uma determinada organização ou áreas que representem interesses imediatos ou potenciais para tomada de decisão. Podemos então dizer que inteligência competitiva é a informação avaliada e analisada com o objetivo de subsidiar decisores.
Nas empresas encontramos vários tipos de informações; aquelas que podem ser divulgadas, por exemplo às informações técnicas dos produtos da empresa; aquelas que devem ser protegidas tampouco divulgadas – marcas dos equipamentos em uso na empresa; aquelas informações que devem ser protegidas de terceiros, principalmente dos nossos competidores, sob risco de perdemos a vantagem competitiva.
Para criar um ambiente onde haja inteligência competitiva as organizações devem definir primeiramente como abordará a criação deste ambiente, deve passar por avaliação da estrutura e a cultura geral da empresa. Segundo, deve definir quem será responsável pelos dados, pois quem coleta não deve ser o mesmo que interpreta, analisa e toma decisões.
Ao criar um programa de inteligência competitiva a empresa passará a monitorar o ambiente de negócios de seu setor, e esse conhecimento dará aos decisores condições de tomar atitudes que forneçam à empresa uma vantagem competitiva sobre seus concorrentes.
Hoje muitos dados estão à disposição na internet, nos jornais, em toda parte. O verdadeiro desafio está em saber filtrá-los e transformá-los em resultado. É mais simples reunir informações sobre a concorrência, porém são poucos os que sabem transformar estes dados em inteligência - o desafio é colocar em um mesmo ambiente quem detém a informação e quem precisa dela.
Num mundo de hipercompetição é necessário que empresas se cerquem de procedimentos que lhes auxiliem na tomada de decisões, portanto é crucial investir num bom modelo de inteligência.
Fonte: Web artigos
De lá para cá muita coisa mudou. Porém a necessidade de cruzar informações e usa-las como diferencial competitivo de forma inteligente continua sendo forte e tão importante quanto daquela época.
Inteligência competitiva é um produto resultante da coleta, avaliação, análise e interpretação de todas as informações disponíveis, e que se relacionem com um ou mais aspectos de uma determinada organização ou áreas que representem interesses imediatos ou potenciais para tomada de decisão. Podemos então dizer que inteligência competitiva é a informação avaliada e analisada com o objetivo de subsidiar decisores.
Nas empresas encontramos vários tipos de informações; aquelas que podem ser divulgadas, por exemplo às informações técnicas dos produtos da empresa; aquelas que devem ser protegidas tampouco divulgadas – marcas dos equipamentos em uso na empresa; aquelas informações que devem ser protegidas de terceiros, principalmente dos nossos competidores, sob risco de perdemos a vantagem competitiva.
Para criar um ambiente onde haja inteligência competitiva as organizações devem definir primeiramente como abordará a criação deste ambiente, deve passar por avaliação da estrutura e a cultura geral da empresa. Segundo, deve definir quem será responsável pelos dados, pois quem coleta não deve ser o mesmo que interpreta, analisa e toma decisões.
Ao criar um programa de inteligência competitiva a empresa passará a monitorar o ambiente de negócios de seu setor, e esse conhecimento dará aos decisores condições de tomar atitudes que forneçam à empresa uma vantagem competitiva sobre seus concorrentes.
Hoje muitos dados estão à disposição na internet, nos jornais, em toda parte. O verdadeiro desafio está em saber filtrá-los e transformá-los em resultado. É mais simples reunir informações sobre a concorrência, porém são poucos os que sabem transformar estes dados em inteligência - o desafio é colocar em um mesmo ambiente quem detém a informação e quem precisa dela.
Num mundo de hipercompetição é necessário que empresas se cerquem de procedimentos que lhes auxiliem na tomada de decisões, portanto é crucial investir num bom modelo de inteligência.
Fonte: Web artigos
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