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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Organização da Informação e do Conhecimento

Organização da Informação e do Conhecimento - imagem1


Organização da Informação e do Conhecimento

Conceitos, subsídios interdisciplinares e aplicações – Livro organizado por Lillian Alvares

A Obra

Como analisar informação e conhecimento? De que maneira compreendemos e representamos informação e conhecimento? Que padrões utilizar para organizar e recuperar informação? São estes os temas tratados nessa obra, que apresenta contribuições sobre vários aspectos conceituais, teóricos e práticos que caracterizam a área de pesquisa da ciência da informação. Processos centrais da cadeia documental e vitais para o ciclo da informação e a organização do conhecimento revestem-se de interesse particular para a ciência da informação. Os estudos descortinam a natureza complexa de organizar e representar informação e conhecimento, instigando os pesquisadores a seguir novos rumos de pesquisa, revendo ou revalidando velhos direcionamentos esquecidos e ignorados, sendo por isso uma alavanca a mais para os estudantes de biblioteconomia.
Autores
Organizado por Lillian Alvares, reúne um elenco de professores ligados à UNB, da disciplina Fundamentos em Organização da Informação do programa de pós-graduação, conta ainda com a colaboração de Jair Cunha Cardoso Filho, José Leonardo Oliveira Lima, Marcelo Schiessl, Márcia Mazo Santos, Milton Shintaku, Paulo Roberto Gomes Pato e Sérgio Albuquerque.

Fonte: Biblioo

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

7 dicas para uma gestão do conhecimento eficiente em pequenas empresas


Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial.
Caro leitor, você já deve estar esgotado (eu estou) da esmagadora avalanche cotidiana de frases feitas, verdadeiras na maioria das vezes, mas cansativas por conta do lugar comum que ocupam, eu entendo. Máximas como “tempo é dinheiro” ou “dinheiro não aceita desaforo” realmente são muito batidas. De fato vivemos no império dos lugares comuns.
Fique tranquilo, não vou abordá-lo com mais uma, mas não posso deixar de destacar o valor que uma estrutura organizada de conhecimento representa para um negócio, seja ele imenso ou embrionário. O fato é que com o tempo, acumulamos experiência e informação suficientes para contribuições significativas, em termos de amadurecimento negocial e otimização do trabalho. Mas caso esse conteúdo valioso não esteja bem organizado, pouco ou nada pode trazer em termos de benefícios.
Não precisa parar de ler o texto, não recomendarei a aquisição e implementação de nenhum pacote de sistemas, nem mesmo afirmarei a importância de se contratar uma consultoria especializada para isso. Trata-se antes de método, disciplina e boa gestão.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A gestão do conhecimento na educação ambiental

ESCRIVÃO, Giovana; NAGANO, Marcelo Seido; ESCRIVÃO FILHO, Edmundo. A gestão do conhecimento na educação ambiental.Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 92-110, jan./mar. 2011. 


Resumo
A informação e o conhecimento são recursos da educação ambiental (EA) que podem ser desenvolvidos pela gestão do conhecimento (GC). O objetivo do artigo é propor medidas de criação do conhecimento (CC) na melhoria dos resultados da EA. Este estudo é baseado na pesquisa bibliográfica sem verificações empíricas, portanto, tem seus resultados limitados pelo recurso metodológico do ensaio teórico. No entanto, tal limite é o maior estímulo para pesquisas futuras que poderão investigar as aproximações da EA com a GC e o processo de criação do conhecimento (PCC) em investigações empíricas. Como resultados são apresentadas algumas sugestões de desenvolvimento dos requisitos do PCC aos programas de EA: como, a possibilidade do processo SECI desenvolver melhor vários aspectos da educação ambiental como o aprendizado social, as atividades de interação, o diálogo, a troca de experiências, informação e conhecimento, e das diferentes idéias e maneiras de agir, realizadas pela EA e; a possibilidade do Ba desenvolver um espaço propício para a criação de novos conhecimentos
ambientais. O artigo traz contribuições acadêmicas à GC ao proporcionar maior discussão e entendimento sobre o PCC; à EA ao possibilitar uma visão diferente embasada no trabalho da informação e do conhecimento sobre os processos pedagógicos desta; sociais ao contribuir com os programas de EA, melhorando suas práticas e, conseqüentemente, contribuindo com um desenvolvimento econômico ecologicamente sustentável.
Palavras-chave: Gestão do conhecimento; Processo de criação do conhecimento; Educação ambiental.
Fonte: Perspectivas

domingo, 2 de dezembro de 2012

Evento aponta soluções para gestão do conhecimento no mundo virtual

Levantar questionamentos e mostrar como o mundo virtual pode auxiliar, na tomada de decisão, tanto as empresas como os cidadãos. Esse foi o objetivo do painel 11 do 3º Congresso Ibero-americano de Gestão do Conhecimento (Gecic), que reuniu, nesta segunda-feira (19), especialistas da área e cerca de 200 servidores públicos, empresários e estudantes, no espaço Parlamundi, em Brasília. O evento é realizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI), com o patrocínio do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
O empreendedor Miguel Trigo, doutor em ciência da informação e da comunicação e professor da Universidade Fernando Pessoa, de Porto (Portugal), lembrou a importância da atuação do profissional de inteligência competitiva, que passa a ser valorizado no cenário atual de grande quantidade de informações disponíveis na internet.
Esse profissional será aquela pessoa que vai conseguir fazer um trabalho sério porque tem competência e conhece profundamente a organização para qual está trabalhando, além de ser uma pessoa antenada com esse mundo novo das redes sociais e das tecnologias e com as tendências mundiais, explicou Trigo. É ele que vai possuir as ferramentas para ajudar a encontrar as informações certas, para chegar à pessoa certa, no momento certo, no formato certo, para se tomar a decisão certa, acrescentou.
Já o especialista em consultoria e tecnologia para inteligência competitiva Leonardo Rios falou sobre a necessidade das empresas de acompanhar as mudanças para garantir a competitividade no mercado. Ele citou pesquisa da Revista Business Week, segundo a qual 77% dos gerentes correm risco de tomar decisões erradas por falta de informação.
Para ele, é preciso identificar as fontes disponíveis no mundo virtual e utilizar a tecnologia de modo a facilitar esse acesso. No monitoramento das redes sociais existem ferramentas em que não é preciso ficar todo dia entrando no Twitter e no Facebook, por exemplo. São tecnologias que facilitam buscar especificamente o que se quer, afirmaou o vice-presidente da empresa Plugar, que monitora 2,5 mil sites, entre eles os de grandes jornais e de portais específicos na área de atuação do cliente.
Acesso à informação
A bibliotecária Neide de Sordi, membro da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), tratou sobre o acesso à informação como ferramenta importante para a cidadania. Neste aspecto, ela destacou a implantação recente da Lei de Acesso à Informação (LAI) no país. No Brasil, desde a Constituição de 1988, e agora com a Lei de Acesso, estamos vivendo um momento de participação social, frisou.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Redes sociais como Facebook podem fazer muito pela gestão do conhecimento

A estratégia de consolidar uma base de dados com o conhecimento acumulado na companhia ganha novo fôlego com o hábito de compartilhamento de informações adquirido na internet.



Durante a década de 90, surgia um segmento denominado Knowledge Management (gestão de conhecimentos). Seu objetivo era possibilitar às empresas gerirem as diferentes expertises entre os colaboradores. Cabia aos funcionários responder um questionário depois integrado à base de dados da companhia. Assim que fosse necessário, colegas poderiam procurar nesse diretório por colaboradores com conhecimentos em determinadas áreas.
Ao avaliar a gestão de conhecimentos, os funcionários afirmavam que tal técnica poderia acelerar as operações da empresa por incentivar a colaboração entre as partes envolvidas em diversos projetos. Ainda assim, essa tática se mostrou ineficiente por diversos motivos. Os colaboradores, muitas vezes, esqueciam de atualizar seus perfis ou deixavam de alterar por achar a rotina chata. Assim, as informações nos bancos de dados se tornavam cada vez menos relevantes. Se fosse para essa gestão funcionar de maneira apropriada, seria necessário que os colaboradores catalogassem e partilhassem suas qualificações constantemente.
Atualmente, ferramentas colaborativas bastante avançadas, combinadas com uma motivação maior em partilhar dados pessoais (oriunda do uso de redes sociais virtuais) conferem nova vida à gestão de conhecimentos. Essa pelo menos é a percepção de Spencer Mains, CTO da Landor e da B to D, duas divisões da empresa de marketing e de design WPP. Recentemente essa empresa adotou uma solução da PBworks que permite aos colaboradores de 15 países diferentes partilhar informações sobre as contas de clientes.
A plataforma permite a troca de mensagens instantâneas e o acesso simultâneo a documentos. Além disso, o sistema armazena o conteúdo das conversas e um histórico de modificações no sistema. “Se tais rotinas fizerem parta do dia-a-dia das corporações, essa plataforma resolve a questão do abandono das estratégias de gestão do conhecimento”, diz Mains. “A captura dessas informações sobre expertise de colaboradores pode acontecer em tempo real”, explica.
“Contudo, tal formato de colaboração traz embutidos vários desafios”, diz John Poulin, que ocupa a cadeira de diretor geral e de arquiteto de soluções na empresa Huron Consulting Group. Se o objetivo da colaboração for a melhoria dos processos de decisão, cabe aos CIOs integrar ferramentas colaborativas aos preexistentes email e aos aplicativos para gestão de processos e de analytics.
A essa altura, mais de meio bilhão de pessoas enxergam noFacebook uma plataforma de conexão com amigos na internet. Mas, no interior da empresa a rede pode representar a pedra fundamental no crescimento da corporação. Essa é a opinião do diretor de TI do Facebook, Tim Campos.
“As redes sociais deixaram as pessoas à vontade para partilhar informações pessoais”, diz. “Agora”, continua, “essa tranqüilidade veio para dentro das empresas”. Campos deixou a empresa fabricante de semicondutores KLA-Tencor em 2010 para se juntar ao Facebook e afirma que o fator decisivo do sucesso na adoção de plataformas colaborativas no trabalho depende da cultura corporativa.
A KLA-Tencor incorporou com sucesso mais de 5 mil iPads à sua estrutura para colaboradores: saiba como
Para o executivo, a chave está no contexto social da plataforma. “Ferramentas que possibilitem a integração social – inclusive fora do escopo corporativo –, ao mesmo tempo em que promovem a colaboração profissional, são a solução ideal”, diz Campos.
Enquanto trabalhou para a KLA, Campos desenvolveu um projeto de gestão do conhecimento que trouxe resultados mistos. “Em parte, o projeto foi visto pelos engenheiros da empresa como secundário, devido ao trabalho em que a integração de um novo banco de dados implicaria”, diz Campos.
Já no Facebook, seu novo empregador, Campos diz que esse tipo de interação pertence ao dia-a-dia da empresa e que os colaboradores estão prontos para esse tipo de dinâmica assim que ligam seus terminais.
“As ferramentas colaborativas funcionam melhor, quando os funcionários têm à disposição várias fontes de informação”, diz Pulin. Assim, grupos de pessoas com interesse semelhante podem se reunir online, trocar dados e se separar assim que determinada tarefa é cumprida.
“Ainda assim, integrar ferramentas colaborativas tradicionais como o Microsft Sharepoint ou a suíte colaborativa da Oracle às plataformas preexistentes, não é uma operação fácil”, diz Poulin. Para o executivo, assim que essa integração for uma operação elementar, o segmento de plataformas colaborativas corporativos terá alcançado o nível sonhado pelas companhias.
(Kim S. Nash)