“O empresariado não pode se restringir a uma reflexão sobre as políticas públicas de educação”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista concedida na tarde desta terça-feira, 7, ao comentar o relatório De olho nas metas 2011, divulgado pela organização não governamental Todos pela Educação.
Hoje, no Brasil, cerca de 1,6 milhão de trabalhadores com carteira assinada são analfabetos. Para o ministro, o engajamento dos empresários na agenda da educação é positiva, mas as empresas precisam investir mais no setor. “É preciso ter responsabilidade social e educacional na ponta, ajudando o financiamento da educação”, disse Mercadante. Ele espera estabelecer parcerias entre o Ministério da Educação e os empresários para garantir aos trabalhadores o direito a ler e escrever.
Os empresários, segundo Mercadante, terão um papel importante no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e no processo de formação dos trabalhadores e seu aprimoramento tecnológico. “Se o Brasil quiser ser competitivo, tem que investir na sociedade do conhecimento. Os empresários precisam pensar menos em rotatividade e mais em formar trabalhadores qualificados e preparados para esse desafio da economia e da inovação”, destacou o ministro.
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Fonte: Portal do MEC
A Vértice Books faz parte do Grupo BOOKPartners, que contempla as empresas Cia. dos Livros, Empório do Livro e a B4 Editores. A marca Vértice Books atende Colégios, Empresas e Bibliotecas de Instituições Públicas e Privadas, com dedicação e profissionalismo e com um atendimento que busca a satisfação das necessidades de seus clientes.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Feira em Toledo desperta a leitura nas crianças
Nesse fim de semana adultos e crianças embarcaram numa viagem pelo universo dos livros na cidade paranaense. Sorrisos e muita festa pela leitura.
Assista ao vídeo
Fonte: Globo TV
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Fonte: Globo TV
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Vem aí o 3º Congresso Internacional CBL do Livro Digital
O 3º Congresso Internacional CBL do Livro Digital terá como tema “A nova cadeia produtiva de conteúdo – do autor ao leitor”.
Será realizado nos dias 10 e 11 de maio de 2012, no Centro Fecomercio de Eventos em São Paulo/SP.
Assim, para falar sobre os novos rumos desse efervescente mercado, o congresso, organizado pela Câmara Brasileira do Livro, trará importantes temas para discussão:
• perspectiva para o livro: hoje e amanhã
• o autor: peça chave para um mundo de leitores
• o Direito Autoral aplicado ao livro digital
• proteção de conteúdo e a questão dos metadados
• o livro digital na sala de aula
• biblioteca digital: o case da Bibliothèque Interuniversitaire de Santé Paris
Fonte: CBL
Será realizado nos dias 10 e 11 de maio de 2012, no Centro Fecomercio de Eventos em São Paulo/SP.
Assim, para falar sobre os novos rumos desse efervescente mercado, o congresso, organizado pela Câmara Brasileira do Livro, trará importantes temas para discussão:
• perspectiva para o livro: hoje e amanhã
• o autor: peça chave para um mundo de leitores
• o Direito Autoral aplicado ao livro digital
• proteção de conteúdo e a questão dos metadados
• o livro digital na sala de aula
• biblioteca digital: o case da Bibliothèque Interuniversitaire de Santé Paris
Fonte: CBL
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Faculdade do Rio de Janeiro abre curso sobre os Beatles
'Beatles: História, Arte e Legado' pretende analisar a influência da banda na sociedade
SÃO PAULO - A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) abriu inscrições para um curso de extensão sobre a história e carreira dos Beatles. Intitulado "Beatles: História, Arte e Legado", o curso faz parte do Departamento de Letras da Universidade.Segundo informações do site oficial da PUC, o curso "pretende abordar, por intermédio de relatos e análises de épocas, toda a história, a evolução artística e a influência cultural e midiática do conjunto na vida da sociedade pós-moderna"
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Fonte: O Estado de São Paulo
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Instituto: dados de livros roubados torna seu valor incalculável
A Polícia Civil suspeita que o roubo de três coleções de livros raros sobre a flora brasileira, levados do Instituto de Botânica do Estado de São Paulo, na zona sul da cidade, tenha sido encomendado por alguém de fora do País. A ação, descoberta na quinta-feira, foi praticada por três homens. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso já foi comunicado à Polícia Federal.
Para a diretora do instituto, Vera Bononi, os criminosos sabiam do valor do produto roubado. De acordo com ela, é praticamente impossível avaliar financeiramente as obras diante do teor do conhecimento científico contido no material.
Entre os itens, estão dois volumes da coletânea sobre as palmeiras da mata nativa do Brasil escritos em 1903 pelo botânico brasileiro João Barbosa Rodrigues. Editado em Bruxelas, na Bélgica, 'Sertum Palmarum Brasiliensium' é todo em latim.
Além desses livros, foram roubados 11 volumes da obra 'Flora Fluminense', de 1827, de autoria do frei Velloso, onde o autor descreve toda a riqueza existente naquela época no trecho da Mata Atlântica do Rio de Janeiro e de localidades próximas. Os ladrões também levaram dois volumes do título em francês 'Les Bambusées', do pesquisador francês Edmond Gustave Camus. Nele, o autor retrata os diversos tipos de bambus no País.
Texto completo
Fonte: Terra Brasil
Para a diretora do instituto, Vera Bononi, os criminosos sabiam do valor do produto roubado. De acordo com ela, é praticamente impossível avaliar financeiramente as obras diante do teor do conhecimento científico contido no material.
Entre os itens, estão dois volumes da coletânea sobre as palmeiras da mata nativa do Brasil escritos em 1903 pelo botânico brasileiro João Barbosa Rodrigues. Editado em Bruxelas, na Bélgica, 'Sertum Palmarum Brasiliensium' é todo em latim.
Além desses livros, foram roubados 11 volumes da obra 'Flora Fluminense', de 1827, de autoria do frei Velloso, onde o autor descreve toda a riqueza existente naquela época no trecho da Mata Atlântica do Rio de Janeiro e de localidades próximas. Os ladrões também levaram dois volumes do título em francês 'Les Bambusées', do pesquisador francês Edmond Gustave Camus. Nele, o autor retrata os diversos tipos de bambus no País.
Texto completo
Fonte: Terra Brasil
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Marrocos usará ônibus-biblioteca para fomentar leitura no país
O ministro de Cultura do Marrocos, Mohamed Amin Sbihi, anunciou que investirá em ônibus-biblioteca para fomentar a leitura nas comunidades mais isoladas do país. O projeto faz parte de uma "política de cultura de proximidade", criada para atenuar as deficiências locais, explicou à agência EFE Sbihi, que acrescentou que as infraestruturas culturais - como bibliotecas e salas de teatro - não superam as 250 instalações em todo Marrocos.
Segundo o ministro de Cultura, esses ônibus-biblioteca estão em fase experimental e, "dentro de alguns meses", começarão a entrar em circulação para atender os jovens e também todos os cidadãos das zonas rurais e remotas do país.
Em relação à carência de bibliotecas escolares no Marrocos, Sbihi ressaltou que seu departamento trabalha para integrá-las no sistema educacional, dentro do calendário semanal dos estudantes.
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Fonte: Portal Terra - Educação
Segundo o ministro de Cultura, esses ônibus-biblioteca estão em fase experimental e, "dentro de alguns meses", começarão a entrar em circulação para atender os jovens e também todos os cidadãos das zonas rurais e remotas do país.
Em relação à carência de bibliotecas escolares no Marrocos, Sbihi ressaltou que seu departamento trabalha para integrá-las no sistema educacional, dentro do calendário semanal dos estudantes.
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Fonte: Portal Terra - Educação
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Da leitura à escrita (e vice-versa), os caminhos do escritor
"Sempre achei que há um quê de infantil no primeiro movimento em direção à escrita" (Amilcar Bettega)
(Getty Images)
O que é preciso para se tornar um escritor? Dez entre dez escritores responderão: ler, ler muito e bem. Milhares de vezes já ouvimos a afirmação de que só escreve quem lê e que todo escritor é, e por algum tempo foi simplesmente isso: um leitor. A recíproca pode não ser verdadeira, mas não há nenhuma dúvida de que um escritor é necessariamente um leitor, e dos mais aplicados.
Mas como, por que, em que circunstâncias se dá a passagem da leitura à escrita? Do ato de ler e sua repetição doentia (que o torna parte indispensável de uma existência e fonte de um prazer obsessivo) ao ato de escrever (também este, a um determinado momento, vivido como necessidade absoluta), há um caminho, ou melhor, há um impulso, um movimento quase irracional motivado pelo desejo de fazer, e fazer igual àquilo que, quando lido, provocou tanto prazer.
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Fonte: Terra Magazine.
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