terça-feira, 9 de novembro de 2010

Museus, Museologia e Educação

Nos dias 23, 24 e 25 de novembro de 2010, a museóloga Profa. Dra. Maria Cristina Oliveira Bruno, do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, irá ministrar o curso Museus, Museologia e Educação - aproximações teórico–metodológicas, com duração de 12 h/a. As vagas são limitadas. Certificados os participantes com 75% de presença.



O evento acontece nos seguintes horário e locais:

Horário: 14h–17h20min

Locais:

23/11 e 25/11– Auditório da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação - Fabico [foto]/UFRGS (Av. Ramiro Barcelos 2705)

24/11 – Sala Fahrion –Reitoria/UFRGS – 2 andar – Campus Central





Investimento: Estudantes UFRGS 15,00; Estudantes outras IES: 20,00 e Profissionais: 50,00







Sobre a Ministrante

Museóloga. Licenciada em História pela Universidade Católica de Santos (1975), com especialização em Museologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1980), mestrado em História Social / Pré-História pela Universidade de São Paulo (1984) e doutorado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (1995). Fez concurso de Livre-Docência em Museologia no MAE/USP (2001). Atualmente é docente – Professora Associada – ms5 do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde foi Vice–Diretora (2005 a 2009) e coordenou as quatro edições do Curso de Especialização em Museologia (1999 – 2006). Nesta instituição participa do Programa de Pós–Graduação em Arqueologia, no âmbito da Linha de Pesquisa – Musealização da Arqueologia, orientando trabalhos de mestrado e doutoramento, ministra disciplinas optativas de graduação sobre Museologia, aplicada à Arqueologia e Etnologia e desenvolve pesquisas de comunicação museológica. É professora convidada da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Portugal, onde ministra seminários e orienta mestrados e doutoramentos no Centro de Estudos de Sociomuseologia. Tem experiência na área de Museologia, com ênfase para Projetos de Comunicação Museológica, atuando principalmente nos seguintes temas: museologia, museu, museologia brasileira e musealização da arqueologia . Desenvolve estudos sobre mentalidades referentes às interfaces entre Arqueologia e História Cultural Brasileira. Presta consultorias a outras instituições para a elaboração de programas museológicos. Coordena o Grupo de Pesquisa do CNPQ – "Musealização da Arqueologia" e é bolsista CNPQ/Produtividade.



Realização: UFRGS (FABICO/PPGEDU/FACED); GEMMUS - Grupo de Estudos em Memória, Museologia e Patrimônio; CURSO DE MUSEOLOGIA e MUSEU DA UFRGS



Apoio: ANPUHRS; MUHM; ASPHE e SEM




Fonte: Revista Museu

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Em 2011, os europeus vão ter direito a apagar dados na Net

A Comissão Europeia deu início a uma consulta pública sobre a atual legislação de proteção de dados pessoais. Em 2011, deverá ser criada uma diretiva que dá o direito à eliminação de dados pessoais inseridos na Net.

O crescendo de popularidade dos portais sociais e a expansão de serviços eletrónicos levaram a Comissão Europeia a tomar uma iniciativa que visa o reforço da privacidade dos cidadãos.

Em causa está o "direito ao esquecimento digital", que visa criar mecanismos que permitam controlar ou apagar os dados pessoais que os cidadãos europeus disponibilizam sempre que acedem à Net, levantam dinheiro numa caixa automática ou viajam de avião.

De acordo com a Reuters, a Viviane Reding, Comissária Europeia da Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, já fez saber que pretende introduzir alterações às atuais leis da privacidade: "A proteção dos dados pessoais é um direito fundamental. Precisamos de normas de proteção de dados claras e coerentes para garantir esse direito. E também precisamos de atualizar as nossas leis e adaptá-las às mudanças que a globalização e as novas tecnologias trouxeram consigo".

A nova legislação ainda não é conhecida, mas Viviane Reding já fez saber que pretende que os vários serviços eletrónicos passem a informar claramente os utilizadores do uso que dão aos dados recolhidos, bem como do período de utilização e disponibilidade que a informação pode vir a ter.

Entre os objetivos da futura legislação destaca-se a criação de mecanismos que permitem apagar a informação considerada sensível, após um período de uso predefinido .

Além da uniformização das diferentes leis adotadas pelos 27 estados-membros, a nova diretiva terá como desafio criar mecanismos suficientemente flexíveis que possam ser aplicados tanto pelas empresas que operam no setor das tecnologias (Google, Facebook, operadores de telecomunicações) como pelos cidadãos.

A consulta pública agora lançada termina a 15 de Janeiro.

XVI SNBU / II SIBDB


Acesso aos trabalhos apresentados no XVI SNBU - II SIBDB‏

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Primavera de SP já começou!

Está acontecendo na Livraria Paulista, do Conjunto Nacional, em São Paulo, a versão paulista da Primavera dos Livros, a feira de pequenos editores organizada anualmente pela Liga Brasileira de Editores nas duas principais capitais brasileiras (a do Rio, nos jardins do Museu da República, foi há duas semanas). A Libre tem debatido sobre a melhor periodicidade para o evento.

Veja aqui a programação.

Fonte: Brasil que Lê

Livros?! Nem de graça...

Uma em cada cinco cidades paulistas não está mesmo interessada em utilizar livros escolares para apoiar o ensino em suas escolas. Mesmo que esses livros sejam de graça e tenham passado pelo crivo de alguns dos maiores especialistas em educação do País. Foi isso que descobriu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação ao fechar o balanço de municípios que aderiram ao Programa Nacional do Livro Didático, um dos mais festejados do mundo. Pelas contas do FNDE, nada menos do que 143 prefeitas paulistas - ou 22% do estado - simplesmente se recusaram a receber os livros gratuitos do governo.
Em vez disso, os prefeitos preferiram contratar sistemas de ensino apostilados, ao custo de R$ 125 a 170 por aluno.

Fonte: Brasil que Lê

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Os brasileiros mais traduzidos na Alemanha

por Renata Giraldi.

Na Alemanha, os autores brasileiros mais reconhecidos pelo público são Jorge Amado e Paulo Coelho. Ambos têm vários títulos traduzidos do português para o alemão. O cônsul-geral do Brasil em Frankfurt, embaixador Cézar Augusto de Souza Lima Amaral, disse à Agência Brasil que é necessário ampliar o leque de opções a ser oferecido em alemão. O diplomata lembrou que na Feira do Livro de Frankfurt são vendidos cerca de 100 milhões de exemplares a cada edição do evento. “Infelizmente, as nossas projeções de pensamento ainda não estão bem apresentadas na Alemanha, uma das dificuldades é o idioma”

Fonte: Agência Brasil.
Noticias:
Cortes no orçamento
Agora aberto todas as terceiras terças-feiras dos meses ímpares,
durante os anos bissextos

Dave Granlund mostra de forma bem curiosa como o corte de verbas é um fantasma que sempre assombra as bibliotecas, seja pública ou privada. E com a visão de que tudo tem que gerar lucro ou se auto-sustentar só piora as coisas. Orçamento (consciente)  de biblioteca tem que ser encarado não como gasto, mas sim como investimento.

Fonte: Bibliocomics