quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

NOVO ESPAÇO PARA VOCÊ BIBLIOTECÁRIO!





Prezado visitante, a Vértice Books trabalha sempre visando melhorias de seus produtos e serviços, por isso para melhor interação entre você e as notícias da área de biblioteconomia e afins, a partir de hoje as notícias serão publicadas no Blog da Vértice Books no WordPress, lá além de lhe manter informado está disponível outros serviços de seu interesse.
Visite-nos, no Blog WordPress, esse espaço foi  desenvolvido especialmente para você.

VIOLÊNCIA

Biblioteca Nacional no DF é fechada em protesto por falta de policiamento



Funcionários da Biblioteca Nacional de Brasília, localizada na Esplanada dos Ministérios, fecharam as portas do estabelecimento nesta terça-feira (21) em protesto contra a falta de policiamento nos arredores. Os servidores reclamam que são ameaçados e assediados diariamente por traficantes e que assaltos no local são frequentes.
Na noite de domingo (19), um vigilante da biblioteca disparou contra o chão depois de discutir e ser ameaçado por um suposto traficante. De acordo com a Polícia Civil, o disparo ricocheteou e atingiu o suspeito na coxa direita e acertou ainda uma mulher de 26 anos e uma adolescente de 13 anos, que estavam nas proximidades. As três vítimas foram socorridas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Leia +

Fonte: G1

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A biblioteca de Pinochet




Há várias maneiras de um homem parecer inteligente. Uma delas é arqueando a sobrancelha. Outra é seguindo o exemplo do general chileno Augusto Pinochet, que em dezessete anos de ditadura usou dinheiro público e influência política para amealhar uma das maiores coleções privadas de livros de que se tem notícia. O ditador não passou para a história propriamente como um sábio. Mas agora se sabe o quanto ele tentou.
Há várias maneiras de um homem parecer inteligente. Uma delas é arqueando a sobrancelha. Outra é seguindo o exemplo do general chileno Augusto Pinochet, que em dezessete anos de ditadura usou dinheiro público e influência política para amealhar uma das maiores coleções privadas de livros de que se tem notícia. O ditador não passou para a história propriamente como um sábio. Mas agora se sabe o quanto ele tentou.
Aluno mediano na Escola Militar – graduou-se em décimo lugar numa classe de catorze depois de ter fracassado duas vezes no exame de admissão –, Pinochet passou a vida atormentado por um complexo de inferioridade intelectual que o levou a formar uma das maiores bibliotecas privadas de seu tempo, amealhada em grande parte com cheques da Presidência da República.
A coleção do general tinha 55 mil volumes, 15 mil a mais do que o maior bibliófilo brasileiro, José Mindlin, conseguiu reunir em mais de oitenta anos de vida. Postos em fila, os livros de Pinochet dariam cerca de 1,5 quilômetro de estante e, ao ritmo de um por dia, precisariam de 151 anos para serem lidos. Algumas obras do acervo foram subtraídas do patrimônio público. Leia +
Fonte: Observatório da Imprensa

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

INCENTIVO A LEITURA

Para incentivar leitura, publicitárias espalham livros com bilhetes em locais públicos do DF


Já pensou em andar pela rua e, de repente, se deparar com um livro acompanhado de um bilhete falando que o livro encontrado é seu?
Isso pode acontecer com você, se estiver no Distrito Federal. As responsáveis pela ação são as publicitárias Taís Matos, 27 anos, Jeanne Dourado, 48 anos e Carol Soares, 28 anos, que se conheceram no trabalho há pouco mais de ano. Além da profissão, as três têm em comum o sonho de mudar um pouquinho o dia de alguém com livros, sem deixá-los empoeirar em uma biblioteca e sim espalhando-os por lugares bacanas por onde passam. Leia +

Fonte: R7

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Escola do MT conclui construção de Sala de leitura com garrafas Pet




Estudantes da Escola Municipal Professor Jari Edgar Zambiasi, construíram com o auxílio dos professores, uma sala de leitura somente com materiais reciclados. O espaço foi construído no pátio da escola que fica situada na Avenida Tiradentes, número 1260, em Aripuanã (MT).
A iniciativa partiu da necessidade de encontrar dentro da Escola um ambiente agradável e aconchegante para os alunos fazerem leituras de obras literárias e para aprimorarem o conhecimento no universo dos autores consagrados da Literatura.

“Há vários anos a Escola vem desenvolvendo o “Projeto Leitura”, que ocorre uma vez por semana, onde o professor por iniciativa possui uma hora /aula para todos realizarem o momento da leitura. Os alunos também podem retirar os livros e levarem para casa onde continuam lendo”, destaca o diretor Laércio Duarte.
Sendo assim neste ano de 2013, como nos anos anteriores, a Escola participou ativamente da Feira de Ciências do Município de Aripuanã, “FECTIMA” que ocorreu no mês de setembro, e como vem melhorando sua criatividade ano a ano, decidiu com a ajuda dos alunos e de toda comunidade escolar, construir um ambiente próprio para dar continuidade ao ambicioso Projeto. Leia +

Fonte: Top News

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Facebook tem planos de lançar app para leitura de notícias




O Facebook está preparando mais um aplicativo que pode mudar um pouco os negócios da empresa. A rede social prevê o lançamento de um leitor de notícias para mobile, que teria previsão de lançamento para o final do mês.

O aplicativo, que seria concorrente direto do Flipboard, seria chamado Paper, apesar de já existir um app para o iOS com o mesmo nome, para desenho livre. Segundo o Re/code, o app está em desenvolvimento há anos e seria um serviço à parte da rede social. Ele poderia ser até mesmo um web app otimizado para aparelhos móveis.

A princípio, o Paper mostraria notícias de sites como New York Times, Washington Post e outras publicações com o visual atraente, que também incluem atualizações de status na rede social. Leia +

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Biblioteca Clássica

Unicamp tem 6 mil partituras de obras contemporâneas importantes



Um acervo com 6 mil partituras de obras importantes da produção musical contemporânea está a disposição para pesquisa, pronto para ser “ouvido”, no Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (Ciddic). Nascido da união entre o Núcleo de Integração e Difusão Cultural (Nidic) e o Centro de Documentação de Música Contemporânea (CDMC), o Ciddic, além das partituras, dispõe no acervo de 150 livros e 1,2 mil discos de compositores dos séculos 20 e 21, reconhecidos no Brasil e no Exterior, além de ser responsável pelas atividades da Orquestra Sinfônica da Unicamp e da Escola Livre de Música (Unibanda).

Esse trabalho que rendeu à instituição o prêmio especial de música erudita da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), anunciado no final do ano passado, cuja cerimônia de entrega será realizada no próximo mês de março, no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros, em São Paulo, em data ainda não divulgada. Leia +

Fonte: Correio RAC

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

LEITURA PARA RELAXAR

Antes de prova, candidatos da Fuvest relaxam com música, livros e Facebook



O terceiro e último dia de provas da segunda fase do vestibular da Fundação Universitária para Vestibular (Fuvest), que seleciona alunos para a Universidade de São Paulo (USP) e para Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, foi realizado na tarde desta terça-feira. Minutos antes da prova, muitos dos mais de 32 mil candidatos tentam relaxar ouvindo música, lendo livros ou até mesmo usando o celular para acessar o Facebook.
É o caso de Daniel Tamoyo de Lima, 23 anos, que faz a prova para o curso de Filosofia. “Estou tranquilo, o que tinha que estudar eu já estudei e não há mais nada a fazer. Estou aproveitando para conversar com amigos no Facebook. Já almocei e tomei aquele café para dar uma acordada”, disse o estudante, que já é formado em engenharia ambiental e hoje faz as provas de História e Geografia. Leia +

Fonte: Portal Terra

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Homem – Livro



O sergipano natural de Aquidabã, Evando dos Santos, 53 anos, ganhou o prêmio máximo do quadro Agora ou Nunca do programa Caldeirão do Huck exibido na tarde deste sábado (4) pela TV Globo. Com os R$ 30 mil em mãos, ele pretende investir na biblioteca que montou há 17 anos na Vila da Penha, no Rio de Janeiro, onde é conhecido como ‘Homem-Livro’ porque também sai pelas ruas distribuindo as obras literárias.
“Esse dinheiro vai ser muito bom para a biblioteca e, porque eu sou da Igreja Batista, vou tirar R$ 3 mil para dar de dízimo a seis famílias. O resto a gente vai tentar usar na biblioteca da melhor maneira possível. Eu jamais sonharia em ganhar esse dinheiro”, afirmou Evando, ainda emocionado com o resultado das três provas.Segundo ele, a paixão pelos livros teve início aos 18 anos quando ele começou a entender o texto lido. “Não pude ir à escola. Fui alguns meses, mas não uso a palavra analfabeto. Prefiro o neologismo, intelecto não-lapidado. Vim para o Rio de Janeiro aos 15 anos e aqui estou há 40 anos”, conta o livreiro.
Já a vontade de montar sua própria biblioteca surgiu quando ele tentou pegar um livro emprestado em outro estabelecimento e não conseguiu devido à burocracia. “A partir daí eu tive a ideia de criar uma biblioteca onde quem quiser fica um mês, um ano, dois anos com o livro e se não devolver é motivo de festa”, lembra Evando. A Biblioteca Comunitária Tobias Barreto Menezes tem 16 anos e há cinco funciona no prédio novo, cujo projeto foi feito pelo arquiteto Oscar Niemayer. Ela foi fundada em 17 de julho de 1998 com 50 livros e atualmente possui 55 mil publicações.

Fonte: G1

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Detentos fazem estantes para bibliotecas rurais na Amazônia


Como forma de incentivar o trabalho, a ocupação e a reeducação dos detentos nos presídios do Pará, a ONG Vaga Lume fez uma parceria com a Sisupe (Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará) para que os internos fabriquem estantes de madeira certificada para as bibliotecas comunitárias mantidas pela organização na Amazônia.

Detido desde 2011, José Maria Machado, 51, trabalha como marceneiro no Centro de Recuperação do Coqueiro, enquanto aguarda seu julgamento. "Quem é interno tem uma necessidade de manter uma atividade para se manter vivo e se sentir útil", conta ele, que divide o trabalho com outros três colegas. Leia +
Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Turistas aproveitam tempo nublado no RS para leitura e caminhadas na praia
  
O segundo dia de 2014 amanheceu nublado e com muito abafamento em Tramandaí, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul as nuvens, pouca gente foi para a praia, o que facilitou as caminhadas na areia. Para o casal Milton Ferraz e Maria Cândida Vilas Boas, o dia nublado nesta quinta-feira (2) foi perfeito para relaxar e colocar a leitura em dia à beira-mar.
"A gente olha o movimento e vai ganhando conhecimento", disse o militar aposentado Milton Ferraz. Os termômetros de Tramandaí registram uma temperatura é de 26º.
A prefeitura ainda trabalha para limpar na beira da praia o lixo deixado no Réveillon. Após uma força-tarefa ser realizada por cerca de 50 pessoas, sacolinhas de plástico foram distribuídas aos veranistas, para que eles também auxiliem na limpeza.

No Litoral Norte, também preocupa o número de salvamento. Desde o inicio da Operação Golfinho, no dia 21 de dezembro, já foram 278, o que representa 80 a mais do que o verão passado nesse mesmo período.

Fonte: CBN

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Paixão pela leitura incentiva a formação de novos escritores no Amazonas


 A leitura de bons livros desperta a criatividade das crianças, apresenta novos ‘mundos’ aos leitores, une pais e filhos, mas também é a realização do sonho de escritores, como é o caso do estudante do curso de Letras - Língua Portuguesa Jan Santos e das jornalistas Liege Albuquerque e Alessandra Leite, que lançaram, no fim do ano passado, suas primeiras obras.
Os escritores sempre foram apaixonados por boas histórias, daquelas em que o leitor tem a sensação de fazer parte do enredo. Em entrevista ao Portal D24AM, eles falaram desta paixão sobre as obras e como elas foram recebidas pelos leitores, além dos novos projetos para 2014.
O jovem escritor Jan Santos, de 19 anos, lançou com recursos próprios seu primeiro livro intitulado ‘Evangeline - Relatos de um mundo sem luz’, em outubro do ano passado, na 1ª Feira de Livros de Manaus. A obra reúne contos a partir da concepção de onze personagens que vivem em um mundo sem luz, Hélade.
“Através das experiências, muitas das quais sinistras, dessas personagens, somos levados a conhecer um pouco da cultura, da política e das situações que um lugar sem sol pode oferecer”, contou.
Segundo Jan, a única crítica negativa que recebeu até o momento foi que a história podia ser mais longa, mas os leitores podem ficar calmos ‘Relatos’, foi apenas a introdução de uma franquia.
“O primeiro volume é o livro que venho trabalhando desde 2009. Não será como esse, um livro de contos, mas um romance, algo um pouco mais elaborado e será sobre a reação dos ‘heladianos’ perante um governo que os priva do sol”, revela Jan. Leia +

Fonte: D24

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

NO FUTURO...

Radiografia da feira de livros do futuro

Livros. Montanhas de livros. Prateleiras repletas de livros. Pequenos, grandes, finos, de bolso, de capa dura, de coleção. A Feira Internacional do Livro de Guadalajara, a maior no idioma espanhol, deve receber centenas de milhares, possivelmente até milhões deles. Mas é fato que há pelo menos dez anos o livro (e a indústria impressa em geral) enfrenta uma séria crise de identidade: existe futuro para o papel? Estamos fadados a ler em tablets? Como serão as feiras de livros do futuro? Aliás, existirão feiras?
A edição deste ano da Feira do Livro, que termina neste domingo, incluiu pela primeira vez um pavilhão dedicado ao livro eletrônico. Alguns dos expositores oferecem títulos até 70% mais baratos em relação ao exemplar em papel. Mas, ao contrário do que se acredita, um livro eletrônico não “deve” obrigatoriamente ser mais barato do que seu equivalente impresso. Pelo menos essa é a opinião de Ian McCullough, especialista em consumo de meios eletrônicos. “O custo é irrelevante. O maior valor de um livro não está no que ele é fisicamente, e sim no conteúdo: o trabalho de editores, escritores, promotores etc..”
Além disso, a capacidade da plataforma transforma o livro em um objeto com possibilidades muito maiores. A Robot Media, com sede em Barcelona, é uma editora que produz livros eletrônicos infantis. Seu diretor, Hermes Piqué, opina que o e-book está em fase de experimentação, em especial na sua área. “Ainda continuamos virando a página em muitos dispositivos, quando o conceito de página não faz mais do que restringir o tecido infinito que o digital oferece. Além disso, falar do livro digital é também restritivo. A palavra descreve o continente, e não o conteúdo. Nossos ‘livros’ têm animação – são filmes? –, narração – é áudio? –, interatividade – são jogos? – e, obviamente, texto. É muito divertido quando os advogados tentam descrever o livro digital em um contrato editorial.”
O leitor muda, mas não deixará de existir. Brian Wong, o jovem fundador da plataforma Kiip – que utiliza um sistema de recompensas através de jogos eletrônicos para usos comerciais –, opina que o livro e a indústria do papel em geral continuarão existindo apesar das mudanças. “A necessidade de se informar não desaparecerá da noite para o dia. Os conteúdos se especializam, isso sim. As pessoas são muito mais específicas para o consumo editorial. Mas o interesse não vai se extinguir.” Leia +

Fonte: Observatório da Imprensa

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Escritor deixa livros em locais públicos para incentivar leitura



“Esse livro foi ‘esquecido’ para que você o leia. Leve-o para casa e, se não gostar, não há problema. Só peço que ‘esqueça’ em outro lugar. Pode ser que alguém goste. Esquecer livros para que outras pessoas os leiam pode ser uma utopia, mas é uma utopia possível”. Já imaginou encontrar um livro contendo um bilhete com tais dizeres em um lugar inusitado? Pelo menos 40 publicações com essa mensagem acrescidas de um e-mail para contato foram deixadas em estabelecimentos e espaços públicos do Recife nos últimos seis meses. A iniciativa é do escritor Paulo Paiva, 68 anos. Depois de editar seis obras próprias, ele viu que era hora de democratizar gratuitamente seus romances, crônicas e contos que se acumulavam em casa.
A iniciativa toma como referência o conceito de bookcrossing, ou seja, o ato de “esquecer” livros em lugares públicos para que as pessoas possam encontrá-los, lê-los e, eventualmente, deixá-los em outro lugar para que mais pessoas os achem. Em um país onde a média de livros lidos por habitante é de quatro obras por ano, sendo 2,1 livros inteiros e dois em partes, segundo dados da pesquisa Retratos da leitura no Brasil, “esquecer” livros, para Paulo Paiva, é como a história do velho que carrega um balde para apagar um incêndio. “Um sujeito perguntou: você acha que vai apagar o fogo com esse baldinho? O velho respondeu: não, estou apenas fazendo minha parte”, reflete o escritor. Leia +


Fonte: Diário de Pernambuco

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

ORGANIZAÇÃO

5 sites que organizam livros, filmes e discos no computador



Com tantos downloads por dia, o ideal seria que cada usuário de computador possuísse uma estante virtual capaz de separar formatos, gêneros, autor ou qualquer outro critério. Em texto para o blog “O Esquema”, Ramon Vitral descreve 5 sites e aplicativos que facilitam a organização de arquivos no computador.

Entre os programas apontados pelo jornalista, está o “GoodReads” que permite registrar todas as suas leituras em mais de 300 milhões de livros, o “Libib” para cadastro de games, filmes e quadrinhos, o “Shelves”que administra sua coleção de livros pelo celular, o “Library Thing” que se auto-intitula o maior clube de leitura do mundo e o “Delicious Library”, exclusivo para Mac e iOS, que reúne e disponibiliza dados completos sobre a coleção. Leia +
Fonte: Catraca Livre

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

MAIS LEITURA

Projeto Mais Leitura chega a Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro



O projeto Mais Leitura está desde ontem em Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro. A partir das 13h, moradores e turistas poderão comprar livros novos por R$ 2 e R$ 3. A carreta da iniciativa estará no estacionamento da rodoviária, no Parque Imperial.
Segundo nota da assessoria da prefeitura, a unidade ficará na cidade até quarta-feira (18). Com capacidade para transportar mais de 10 mil exemplares, o projeto do governo do estado é uma livraria móvel que percorre municípios a fim de ampliar o acesso a literatura oferecendo obras a preços populares. Os livros atendem ao público infanto-juvenil e adulto. Cada visitante poderá obter até dez títulos diferentes. Leia +

Fonte: G1

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Um livro diferente

AlmapBBDO cria livro-bola infantil para ONG



Um livro para brincar. Uma bola para ler. Não é charada. A AlmapBBDO criou o livro-bola – uma bola de futebol com a história infantil “O mundo do Zezinho” impressa e ilustrada em seus gomos.
Ela é de autoria da escritora Blandina Franco e do ilustrador José Carlos Lollo, e conta a história do menino Zezinho, que um dia resolveu viajar e explorar o mundo. Em suas aventuras, o garoto conhece novos e curiosos personagens e lugares interessantes. Leia +
Fonte: Revista Exame

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

ACERVO DIGITAL

Noruega irá digitalizar e disponibilizar de graça todo seu acervo de livros



Pode-se dizer que a Noruega planeja digitalizar todos os livros em norueguês. Isso porque, até 2020, a Biblioteca Nacional do país, deverá criar versões eletrônicas para todo seu acervo - e, por lei, todo livro publicado (e todo conteúdo midiático) no país deve ter uma cópia na instituição.
Mas não é só isso. Todo esse conteúdo será disponibilizado gratuitamente não apenas para quem está nas instalações da biblioteca, mas para qualquer um que acesse o sistema de dentro da Noruega. Se seu IP indicar que você está no país, voilá, as portas norueguesas do conhecimento se abrem. Leia +


Fonte: Revista Galileu

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Biblioteca no Morro

Jovens Lutam para Manter a Biblioteca no Morro do Alemão no Rio de Janeiro

Os Parceiros do RJ do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, mostraram a iniciativa de três jovens que lutaram para manter uma biblioteca para as crianças da comunidade do Mineirinho. Os livros estão em um lugar seguro, mas as crianças perderam o espaço que ocupavam provisoriamente, como mostram Daiene Beatriz e Pedro Bittencourt.
A estudante Carolina Ferreira, uma das idealizadoras do projeto, contou que teve dificuldade para encontrar um centro de cultura na comunidade e decidiu montar a biblioteca num imóvel de seu tio. Só que agora ele precisa do espaço e a biblioteca teve de ser desalojada.
A estudante Lydia de Souza destacou que o acervo é pequeno e foi conseguido com doações. Tudo está alojado na varanda da casa da mãe dela. Moradores incentivam o projeto e se comprometem a construir um espaço para a biblioteca e uma brinquedoteca, se as estudantes conseguirem um parceiro para fazer a doação do material de construção.
Quem quiser ajudar as estudantes a montar a biblioteca pode entrar em contato com Wayne de Souza pelos telefones 9-8597-1555 ou 2229-3969. A Secretaria municipal de Cultura informou que vai procurar as três meninas para orientá-las no processo de busca de parcerias. Leia +

Fonte: G1 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Bibliotecas conquistam o cidadão em BH e oferecem mais que livros



Discretas, elas são encontradas em toda a capital. De tão presentes na vida cotidiana de BH, as bibliotecas correm o risco de passar despercebidas. Mas o público comparece: algumas delas são campeãs de visitação. Este ano, nada menos de 28 mil leitores têm procurado, mensalmente, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade. A maioria é estudante, tem de 17 a 30 anos e ensino médio completo. As mulheres predominam.
Calcula-se que uma centena de endereços de instituições públicas e privadas, com os mais diversos perfis, receba leitores em BH. De acordo com especialistas, o fato se deve ao bom trabalho desenvolvido em silêncio, há décadas. “Os números são expressivos, mas precisamos ampliá-los. O ideal é termos uma biblioteca em cada bairro”, afirma Marina Nogueira Ferraz, diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais de Minas Gerais. “Leitura é um direito do cidadão. Quem domina o mundo letrado tem mais facilidade de se inserir no mundo”, observa. Leia +
Fonte: G1